segunda-feira , 22 outubro 2018
TRAVESSIA DA SERRA DOS ÓRGÃOS PETRÓPOLIS X TERESÓPOLIS

TRAVESSIA DA SERRA DOS ÓRGÃOS PETRÓPOLIS X TERESÓPOLIS

 “ANDA COM FÉ EU VOU”

Então depois de tanto planejar eis que saiu a tão esperada Travessia da Serra dos Órgãos.

Como muitos sabem a Travessia da Serra dos Órgãos tem como principal ponto de atratividade a conquista da mais linda travessia de treeking no Brasil, se é ou não, não irei discutir “pois o que para mim é lindo para você pode ser apenas bonito isso é apenas uma percepção”.Amanhecer na Serra dos Órgãos

 

Como havia dito antes planejamos muitas vezes a irmos nesse lugar, começou com a ideia apenas com a equipe, logo após um integrante da equipe pediu para ir conosco, porém nessa época ainda não era da equipe, depois que abrimos a opção de levar o Arthur, conversei com um dos maiores apaixonado por trilhas em nossa região o nosso amigo Matusa, Matusalém, Antônio ou Vieira com é conhecido e na hora ele aceitou, depois resolvi convidar uma pessoa que para nós em pouco tempo de amizade nos faz lembrar velhos amigos, pois aventura faz muito bem para ele, isso é o que ele nos diz após cada aventura, assim convidei o Marcelo para essa expedição que se para nós seria bom, seria bom para ele.

Com o passar do tempo conversando com uma garotinha muito especial para todos nós e com uma sede de aventura falei com a Camila sobre a tal travessia, ao procurar na internet ficou encantada com as imagens, e lá se prontificou que iria nessa viagem, detalhe sem ou com nós ela iria, mas tudo contemplava para ela ir conosco, os detalhes irá ficar guardado em memória, já estava tudo certo para irmos então fomos reservar as vagas.

Porém como o parque é um pouco cobiçado pelos aventureiros, não encontramos vagas, não sei se estávamos com azar ou se era para esperar um mês a mais para dar tempo de falar com a Joelma que iria fazer a travessia, para que eu fui dizer isso? Ela no mesmo momento disse que queria ir e que essa era a viagem da sua vida.

E lá surgiu mais um dos integrantes da expedição, em um certo dia a Camila comentou com um cara que em 1 minuto fizemos uma amizade gigante que também aceitou a ir à expedição. Assim surgiu o Junior em nossa história. Então estava com o grupo pronto para a expedição, Eu (Rafael Bordine), meu filho Wesley Silva, o índio baiano Anílson Santos, Welington , o Arthur Lourenço o recruta, o velho Matusa Antônio Vieira, o Marcelo Albert melhor não falar o apelido dele, a pretinha Camila Costa a dançarina de axé Pedro Junior, e o espantalho da meia noite Joelma de Andrade, estava tudo certo, porém o problema ainda não teria terminado, pois devido alguns problemas o Welington não pode ir, eis que então surgiu o Marcelo de Castro o Marcelo Carioca um carioca que aderiu como família de aventura a nossa equipe sempre que esta de passeio em terras capixabas.

Chegaram o dia tão esperado e iriamos sair às 21h30min, porém eu trabalhava até as 22h00min e tinha apenas três dias, fiquei ate sem jeito de pedir para sair mais cedo, mas com não havia opção assim como muitas partes de nossas dificuldades, falei com o meu chefe e ele disse: Cara vai lá sem problemas vá e curte sua viajem, pois para mim apenas minha família é mais importante do que viajar.

Então prontos, partiu Rio de Janeiro, saímos da rodoviária e as coisas já foram acertando, ah não foi bem assim logo no início eu havia comprado as passagens para todos os integrantes da equipe e para a Joelma, porém tivemos que mudar o nome da cada um na hora, uns 5 minutos e tudo resolvido.

E lá estávamos embarcados o Vieira e o Marcelo Albert havia comprado passagens separadas do restante do grupo e por ironia do destino, os dois havia comprado a cadeira lado a lado então começou a contar suas histórias de vida, quando chegou ao Rio estavam com sete anos de idade e para um faltava mais de dois séculos de história, para o outro é bom nem comentar.Rodoviária Novo Rio RJ

Chegamos ao Rio na manhã do dia 12 de Outubro, embarcamos com umas passagens compradas por um cambista em um valor mais em conta na rodoviária rsrsrs esse momento todos com medo de levar calote, mas deu tudo certo Petropólis nos aguarde.

Chegamos então em Petrópolis ninguém conhecia nada lá, a entrada do parque para muitos estava ali perto, porém esse ali perto, passava de 20 km nesse momento o carioca disse podíamos ter deixado uma van alugada para levar a gente até a entrada do parque.

Peguei meu celular e fui procurar uma van para levar todos de uma vez arrumei com um senhor que já não lembro mais o nome lá de Itaipava, e vamos  todos inclusive nesse momento de espera enquanto alguns compravam as ultimas coisas que havia faltado chegou uma menina que queria também ir para o parque e já embarcou conosco, logo depois chegou um casal para ir também, enquanto essa van não chega o Marcelo e o Arthur passava seus últimos micos na civilização.

Então chegou a van para nos levar, embarcamos e seguimos para a portaria do parque e ao chegar lá uma baita de uma fila como no Brasil para entrar no parque enquanto uns abastecia de água seus reservatório outros preenchiam os termos de responsabilidade para adentrar ao parque, quando fui preencher só me restava serem os responsáveis por aqueles adolescentes e crianças fui o responsável e nesse momento descobrimos com a ajuda do Matusa que não poderia levar facas ou facões que ultrapassasse o tamanho de 15 cm a lamina, foi ai que o Vieira doou sua faca de combate que o Rambo fez para ele ao vigilante da portaria.

Início da trilha em Petrópolis

Começamos a trilha kkkk na verdade deixei alguém seguir primeiro, pois nem onde iniciava a trilha eu sabia, mas seguimos em frente e começamos a ver os poços de agua limpinhas e paramos para nos banhar após um bom banho seguimos nossa caminhada que duraria por longas horas.

Planejamos em almoçar em uma tal cachoeira “Véu de Noiva”, mas não chegava nunca kkk e lá paramos no caminho para almoçar com a certeza de que tínhamos chegado à cachoeira que ficava a mais de quilômetros dali, decidimos que iriamos até a cachoeira, fomos não aproveitamos, pois com a seca estava intensa no parque não havia tanta água. Ficamos ali por um bom tempo depois continuamos nossa caminhada, só ao encontrar um trio de chineses pais e dois filhos que então tivemos a certeza do quanto iriamos ter que andar e que nosso planejamento de chegar ao acampamento no por do sol teria sido destruído, pois estava longe a benção.

Pegamos então um ponto crítico do primeiro dia o tão famoso zigue zague onde começou o desgaste energético ao mais ancião da equipe. Parte do Zigue Zague

 

Mesmo assim com câimbras demostrou que estava ali para vencer, e que suas conquistas na vida não foram nenhuma fácil e que aquela seria mais uma vez que a derrota bateria na sua porta e voltaria, pois ele nasceu para ser vencedor e iria seguir como planejado.   Nesse dia passamos pela Pedra do Queijo uma bela vista do primeiro dia, Ajax, aonde chegou à noite. Já que eu era o responsável então decidi como seria a caminhada dali em diante a noite, decidi que por ser mais adaptados a trilhas e em boas condições físicas ficaria eu e  o Wesley à frente com batedores o restante ao meio e o Anilson com o HT no final da trilha. Se tivéssemos duvidas seguiríamos na frente enquanto o restante aguardava. E assim seguimos ate o acampamento, uma longa viagem que durou ate às 21h30min, porém tão quanto cansativa também prazerosa

.Pedra do Queijo

 

Ao chegar ao acampamento Castelo – Açu primeira e única decepção da viajem, as pessoas que nos receberam lá no camping os responsáveis nem um pouco cordiais pelo contrário parecia não está feliz por fazer parte da história de tanta gente.  Entre outras coisas que não estava organizado não queria deixar nem tomar banho por ser tarde e que o acampamento que compramos vagas há um mês antes não poderíamos acampar lá, pois não tinha mais vagas, nesse momento comecei a discutir a razão de como vender uma vaga sem ter espaço, depois pensei isso é Brasil, então não irei discutir e nem relatar o meu pensamento. Então decidi e falei o Senhor irá ou não deixar nós tomar banho, pois se não iremos logo para o acampamento retirado que nem agua próximo tem para descansar. Acho que nesse momento de tranquilidade minha ele pensou pelo menos venci vou deixá-los tomarem banho, mas na verdade o que me importava era apenas o banho e descansar para o dia seguinte. Tomamos o banho enquanto o Anilson e o Wesley foram conhecer o local do acampamento

 Vista  do amanhecer no Castelo Açu  Castelo Açu,  Abrigo 1

. Abrigo   Área de camping 

 

Dia seguinte, dia 2 no parque, desmontamos as barracas colocamos na mochila e fomos ate ao abrigo 1 para tomar café e pegar água para o dia seguinte, que não seria nada fácil….

 

Seguimos nossa trilha em busca do objetivo do nosso passeio, os Portais de Hércules o mirante mais bonito que já vi a olho nu, uma cadeia montanhosa situada na porção central da Serra dos Órgãos, um espetáculo de vista com o privilégio de contemplar as belezas que Deus fez. “O lugar é simplesmente um capricho natural, e, principalmente, geológico”! Frente a frente com a majestosa Serra dos Órgãos, avistando paredões rochosos de aproximadamente 500m de altura, seguida da Pedra do Garrafão, Agulha do Diabo, São João, Santo Antônio, Cabeça de Peixe, Dedo de Deus, Dedo de Nossa Senhora e Escalavrado. Abaixo, quase 300 metros de vale, um abismo colossal de onde emerge a Coroa do Frade, umas das montanhas mais bonitas do Parque, com 1.500 m de altitude.

 

 

 

Ao sair do acampamento reuni todos e passei as informações que havia pegado nos sites e com o guardião do parque no  acampamento que ficou assim, pegaremos a trilha após a segunda descida iremos seguir a direita e ir ate aos portais depois seguiremos a trilha passaremos pelo vale da luva e a luva onde almoçaremos após na cachoeirinha então fizemos. Porém já havíamos decidido de que nem todos iriam ao portal, porém levaríamos os que não fosse a nossa memoria, indo apenas eu o Anilson, o Carioca e o Wesley, em outra oportunidade verão eu chorando em frente à presença das coisas criadas por Deus, pois a magnitude daquele lugar gerou umas lágrimas. Enquanto estávamos  nos portais vários grupos passaram pelo nosso na trilha enquanto eles descansavam e ouviam uma boa música uma das pessoas que mais mexeu como o pessoal foi o Ivo, um personal e guia naquela e em várias montanhas diferente que estava guiando um grupo pela travessia parou para conversar com o nosso grupo e ouvir a música que estava tocando AVHORAI, por sinal a mesma que a esposa dele havia enviado para ele no celular, mas devido a mau sinal que se tem no parque ele não conseguiu ouvir só ficou sabendo depois.

Esse mesmo Ivo é dono de  um abrigo na cidade de Teresópolis  onde  ficamos abrigados para descansar, (depois eu falo mais dessa ilustre pessoa).

Algumas coisas nos assustavam na trilha, havia um local logo após onde estava nosso grupo que iríamos subir e os grupos estavam gastando por volta de uma hora e vinte minutos para vencer o obstáculo essa era nossa preocupação, ao chegar ao grupo novamente, comentamos sobre os portais e eles nos falaram do Ivo e do local que iríamos ficar. Então eu já fui informando que a frente teria um lugar intenso para passar pensando em gastar duas horas naquele trecho onde em menos de quarenta minutos vencemos o obstáculo, e deparamos com a segunda mais bela paisagem do parque  que para muitos é a mais bela.

 Paramos admiramos, tiramos fotos e seguimos em frente por um bom pedaço de descida e decepção, pois de lá avistávamos onde teríamos que passar e modesta parte uns dois cabos de machado não dava de tamanho, de tão distante, mas como não tinha o que fazer caminhamos em frente na fé, por vales e colinas, charcos e pedras lá seguia nosso grupo ate a bendita via ferreta onde tudo parecia impossível  vencer, não foi tão difícil como parecia, pois o grupo já tinha experiências com a bendita em situações mais adversas, após vencer ela e conquistar o cume da elevação.

Vista frontal e proximal supeior na via ferrata.

Chegamos à nova descida de onde avistávamos mais um lugar distante, esse na qual não sabíamos, mas era o ponto do nosso abrigo dois parece perto né, mas durou o dia todo chegamos lá à noite também, mas antes tomamos banho, almoçamos descansamos e ate dormimos antes de iniciar novamente a trilha de onde vimos o pôr do sol, antes do pôr do sol tínhamos que passar pelo tão temido elevador, e o famoso cavalinho, uma espécie de porção da trilha que mais parecia  impossível passar a não ser um bom escalador,kkk  pior no nosso grupo não tinha nem o bom escalador mas tinha um  e todos tinha que passar nesse momento o sol se punha entre as cordilheiras do parque, peguei uma pequena corda e segui para montar a via de segurança e ascensão da trilha. 

 

 Cavalinho   

  Pôr do sol na base do cavalinho

 

 Após subir o cavalinho havia uma escada de ferro, e depois a bifurcação da Pedra do Sino e do abrigo 2 onde iríamos passar a segunda noite.la sim fomos recebido por uma equipe de guardiões com prazer em receber pessoas, prazer em fazer parte da história de todos que por ali passava. Identifiquei-me que seriamos o ultimo grupo que iria acampar lá naquela noite vindo do castelo, e se podíamos tomar banho ele me informou que podíamos, mas teríamos que esperar e seria lá por volta das vinte e duas horas falei que não estava nem importando, pois não queria tomar  banho mais naquele dia kkk quando uma moça começou a rir da minha fala, fechei a cara e disse a ela, algum problema eu não querer tomar banho?  Antes de ela responder já fui rindo e falando, não sou adepto a banho mesmo  e ela me disse estou rindo porque essa é a minha ideia e já que não tem água no parque já vou aproveitar como desculpa afinal sempre encontramos alguém parecido conosco.

 Joelma posando para a foto após momentos de angústia no cavalinho.

Fomos para o acampamento e montamos as barracas, pessoal no parque não tem aqueles seguranças chatos que ficam a todo tempo passando no meio das barracas vendo o que você esta fazendo, mas vou logo avisando que não é permitido o uso de bebidas alcóolicas, então após montar nossas barracas, há bom lembrar que tive que organizar direitinho  para a montagem da barraca, a Camila deu a ideia de fazer a janta. Aquela janta saborosa, que delicia enquanto isso as rizadas eram o mais comum na barraca do Matusa e do Anilson

.Ponto de encontro na barraca , Acampamento Pedra do Sino Nossa janta sendo preparada Cara da felicidade que parou de andar e vai comer, mas foi guerreira.

 

No quase amanhecer do dia seguinte uma alma acordou de madrugada para ver o nascer do sol e começou a chamar nas barracas ninguém queria ir néh  Camila? Fique com dó e fui lá com ela, antes disso chamei todo mundo novamente e ninguém se propôs a ir, quando saímos já estávamos na trilha  ai de fato  surgiu o espantalho com sua voz de narrador de fim de copa do mundo gritando meu nome e da Camila, mas com já estava sem voz não ouvimos ela, mas alguém ouviu e ela sabe quem foi e sabe do restante da história..

 

.Nascer do sol na Pedra do Sino

 

 

Após chegar do nascer do sol desmontamos as barracas  enquanto uns já tomava café, pedi depois que todos alongasse, pois iriamos iniciar a descida da trilha, e lá fomos nós para mais 11 km de descida que não acabava nunca, sem contar que cortamos um caminho de uns 2 km.

Área de camping na pedra do sinoJoelma e camila alongando

Então chegamos à portaria com varias ideias uma delas era cortar até ao abrigo que ficamos a pé, quando vimos a distancia desanimamos, fomos chamar uma van, mas nenhuma ajudava, então resolvemos chamar um taxi, pois era a única opção, mas saiu baratinho

 Chegada em Teresópolis sensação  de dever cumprido .

 

Agora a grande supressa da viagem; quando saímos do Espirito Santo, iriamos ficar em um camping, no meio da trilha do segundo dia, enquanto fomos aos Portais de Hercules os outros que ficaram na trilha a espera, encontraram com um guia, o Ivo, uma espécie de louco por aventuras, um ser fora do normal nos presenteou com o abrigo dele e fomos para a casa dele, esse homem da montanha, deixou a esposa dele avisado de que iriamos hospedar lá, chegando lá descobrimos que aquele ser que já éramos fã era muito mais do que isso que ele tinha falado para eles, era uma cara muito louco a ponto de ir até a Patagônia de biz 100  e voltar, um dia quando tiver de passagem por Teresópolis passa lá no refugio dele para conhecer um pouco mais.  Chegando lá tomamos banho e reunimos para conversar antes de irmos almoçar, pois eu queria acabar com aquela ideia de que eu era responsável por todos eles kkkk, então mais uma vez com o sentimento de dever cumprido foi à hora de deixar as lagrimas caírem nesse momento o Carioca e Joelma nosso espantalho já não estava mais conosco, mas já estavam em segurança em Petrópolis, desabafamos nossas ideias choramos, e depois oramos para agradecer a Deus por nos realizar mais um sonho com segurança, e depois fomos almoçar e comprar a carne e a bebida para fazer o churrasco à noite.  Ficamos até a noite conversando e tomando uma, depois fomos deitar e descansar a carcaça para embarcar no dia seguinte para o Espirito Santo. E lá se foi o terceiro dia.

No quarto dia, acordamos, fizemos nossa higiene pessoal e fomos para a rodoviária  é claro a esposa do Ivo no levou até lá para completar nossa admiração. Embarcamos e viemos para o Rio de Janeiro onde encontramos o Espantalho, e o Carioca, de volta para nosso lar

.

Nossa expedição foi à viagem dos sonhos, como da saudade depois de um tempo escrevendo esse texto, mas com certeza em nossa memória irá ficar guardado para sempre.

Termino esse texto com as seguintes frases: Não tem opção;  Se organizar… Todos sabem; Come do meu miojo:  aqui t….. ; e por final “ Anda com fé eu vou, que a fé não costuma faiar”.

 

Ah nossa expedição para a mais bela travessia do Brasil já tem data 29 de Março a 01 de Abril de 2018

Venha conosco, tenho certeza de que se tudo der errado, ainda ficará feliz, desde que não perca a fé em Deus,

2 comentários

  1. Excepcional cara, não poderia ter ficado melhor esse relato. Pra mim foi a melhor expedição da minha vida. Espero outras junto a pessoas maravilhosas. Obg papai do céu, sem nada disso seria possível.

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